sistema de fertilização integral

O que fazemos

Esta tarefa consiste em avaliar um novo sistema de fertilização que combine o fornecimento de matéria orgânica, com os fertilizantes químicos, e com o aporte de micro-organismos formadores de micorrizas. Com isso pretende-se melhorar a eficácia da fertilização, visto que os fungos micorrizas têm a capacidade de solubilizar compostos do solo e facilitar a assimilação de nutrientes por parte das plantas. Será reduzida o aporte de fertilizantes de origem química, reduzindo por um lado o custo de fertilização para o agricultor, e pelo outro, a contaminação de águas superficiais e subterrâneas devido à lixiviação de nitrogénio. Estas ações além de levarem à melhoria da qualidade dos solos, que hoje em dia se encontram tão degradados, visto que a contribuição de matéria orgânica por uma lado e de fungos micorrizas pelo outro, propiciarão a vida no solo, supondo uma melhor fertilidade do solo. Tudo isso irá levar finalmente a uma melhor qualidade do produto final, neste caso tomate de indústria e milho grão para alimentação animal.

Quem participa




Coordena: IPP
Parceiros Participantes: IPP, CTAEX e IPCB.

Como o fazemos

Esta atuação consiste na comparação de diferentes sistemas de fertilização, baseados na combinação de aportação de matéria orgânica e adubos químicos, a diferentes doses de um tipo e outro de fertilizante. Será feita uma análise estatística dos dados obtidos, um estudo comparativo dos diferentes sistemas de fertilização, será desenhado um sistema de fertilização que combine a contribuição de matéria orgânica e fertilizantes químicos e será elaborado um manual de campo para a sua publicação na web corporativa dos participantes sobre a redução das despesas de fertilização por parte do agricultor.

Contactos

Coordenador da atividade: José Manuel Rato Nunes (IPP/ESAElvas) | ratonunes@ipportalegre.pt